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Phil Collins, relança CD 'subestimado' e quer voltar a tocar - Paidegua Web Rádio
Phil Collins, relança CD
Phil Collins, relança CD 'subestimado' e quer voltar a tocar
Phil Collins na capa de 'Face value' (1981) e na edição de relançamento do álbum em 2015 (Foto: Divulgação)
 
Phil Collins na capa de 'Both sides' (1993) e na edição de relançamento do álbum em 2015 (Foto: Divulgação)
 
Phil Collins é um aposentado inquieto. Em 2011, ele anunciou que iria se aposentar para "ser pai em tempo integral". Quatro anos depois, ele se envolve no relançamento de sua discografia solo e diz ao G1 que quer voltar a escrever e tocar coisas novas. Ele já relatou sofrer de problemas na coluna e nos tendões, mas diz que já tem ok do médico para tocar bateria. Por enquanto, se concentra em divulgar os dois primeiros discos relançados. Ele mesmo teve a ideia de refazer as fotos de 'Face value' (1981) e 'Both sides' (1993). Veja acima.
 
"Claro que há um pequeno choque. A luz que usamos nestas fotos é muito reveladora. Um ângulo próximo. Dá para ver pelos no nariz. Isso pode ser um pouco assustador quando você tem 64 anos – e não quando você tem 30. Mas eu me sinto muito feliz com isso", ele diz. "Face value" foi sua estreia, com o hit "In the air tonight". "Both sides" não teve tanto sucesso. O cantor diz que o disco é seu preferido e foi "subestimado" por sair perto do auge do movimento grunge.
 
No ano passado, Collins disse em entrevistas que começou a trabalhar com Adele, mas a colaboração foi rejeitada por ela. Na entrevista por telefone ao G1, ele revela outro "fora": Pharrell Williams não viu razão para remixar "Face value". O veterano inglês não se abala e parece animado para se "aposentar da aposentadoria". Ele não descarta nem uma volta do Genesis: "Possível, mas não provável", diz.
 
Na entrevista, ele diz o que faria diferente nos discos, cantarola Milton Nascimento e diz ser fã de OneRepublic e Two Door Cinema Club por causa dos filhos. Leia a conversa abaixo:
 
 
G1 - Como foi ouvir coisas de 30 anos atrás e qual foi seu envolvimento?
Phil Collins - Deixei a remasterização com o Nick Davies, um velho amigo e produtor do Genesis. Fiquei feliz com isso pois minha audição não está tão boa... Eu me envolvi mais com os CDs de extras. Todos vão ter este disco bônus, e eu escolho o material. E tem a parte das fotos novas. Isso foi minha ideia. Eu sei que a gravadora queria só reembalar tudo e soltar, mas eu não.
 
G1 - Como você teve a ideia das fotos e qual foi sua reação ao ver pela 1ª vez?
Phil Collins - Quis mostrar que havia algo diferente. Os CDs extras têm muitas coisas que as pessoas nunca escutaram antes. Faixas ao vivo, demos, versões inéditas. Coisas que estavam em fitas cassetes na minha gaveta. Então achei que a foto era uma ideia engraçada. Sempre tive um senso de humor. E achei que não há muitos artistas que relançariam as fotografias sendo mais velhos. E eu não tenho problema com isso. Obviamente eu tinha trinta anos a menos na capa de “Face value”. Muitas pessoas não querem pensar que estão envelhecendo. Muitas fingem que não estão envelhecendo. Eu estou feliz em mostrar esta realidade.
 
Claro que há um pequeno choque. A luz que usamos nestas fotos é muito reveladora. Um ângulo próximo. Dá para ver pelos no nariz. Isso pode ser um pouco assustador quando você tem 64 anos – e não quando você tem 30. Mas eu me sinto muito feliz com isso. Eu amo as novas fotos. Todas foram divertidas de fazer. Eu tenho que elogiar a equipe. Foi muito difícil encaixar as coisas feitas há 30 anos. Fizemos todas as capas em Nova York em uma semana.
 
G1 - Você é do tipo de músico que ouve os próprios discos em casa?
Phil Collins - De jeito nenhum. Eu nem tenho um toca-discos. Eu ouço algumas coisas no meu computador quando estou trabalhando em algo. E às vezes no carro. No momento estou com meus filhos e quando entramos no carro juntos eu ouço algumas coisas. Eu me tornei um grande fã de OneRepublic e de Two Door Cinema Club. Eles ouvem essas coisas. As minhas músicas eu ouço por acaso no rádio, ou no supermercado. E penso: “Ah, é bom” ou “acho que eu poderia ter feito melhor”.
 
G1 - Quando estava escolhendo este material extra, você se arrependeu de alguma escolha de faixa que fez para os discos?
Phil Collins - Sim. Em “Face Value”, por exemplo, haviam duas faixas, “Please don’t ask” e “Misunderstanding”. Não sei porque não entraram no disco.  Em “Both sides” há uma música chamada “Take me with you”. Se eu pudesse voltar no tempo, eu colocaria essa no disco no lugar de “We wait and we wonder”. Porque ela quebra o clima do disco. Eu acreditava na música, pois era sobre a Irlanda do Norte, um assunto que achava necessário. Mas “Take me with you” era uma canção melhor.
 
Sei que nos outros discos eu vou pensar isso também. Essa é uma oportunidade de esse material ser ouvido. Espero que as pessoas mergulhem e descubram essas coisas. Acho, por exemplo, que “Both sides” foi negligenciado quando saiu. Foi na época daquela coisa grunge, Nirvana, rock de garagem. Então eu fui meio que ignorado. Eu espero que as pessoas reavaliem e redescubram o disco. Isso é que é legal do projeto. Artistas mais novos que me citam como influência podem voltar no tempo e saber do que estão falando.
 
G1 - Por que você não está lançando na ordem cronológica?
Phil Collins - O motivo vai parecer bobo. Mas eu provavelmente não vou fazer estas entrevistas para todos os discos. E acho que meu empresário sabe que eu gosto muito de “Both sides”, é meu disco favorito. Então ele me deu essa chance de falar dele.  Como te falei, eu acho que foi subestimado. Acho que é uma época boa para os relançamentos, que normalmente eu não aprovaria.
 
 
G1- E, no processo, você teve vontade de regravar alguma coisa?
Phil Collins - Eu chamei Pharrell Williams para remixar “Face Value”. Eu queria ver o que outra pessoa faria com ele. A resposta dele foi: “Por que você quer fazer isso?” Acho que ele não via motivo em mudar aquele som. Mas eu não sei se é uma boa coisa ou uma coisa perigosa essa chance de mudar. Remixar, cantar de novo, reescrever letras. É difícil, pois deve-se saber a hora de parar.
 
G1 - Você toca instrumentos em casa? Ainda é fisicamente capaz de tocar?
Phil Collins - Eu não me esforço muito – e deveria me esforçar. Hoje eu recebi um piano em casa. Eles ainda estão tirando coisas das caixas. O piano está na sala, enquanto eu faço entrevistas pelo telefone. Eu provavelmente vou voltar a tocar. E eu acho que sou capaz de tocar piano. Apenas tenho que treinar mais, recuperar minhas mãos.
 
Quanto à bateria, eu fui a um cirurgião que disse que eu posso tocar de novo se quiser. Então devo colocar uma bateria no estúdio. A melhor coisa que pode acontecer é tocar e me fortalecer. Eu não fiz isso ainda pois estava ocupado fazendo outras coisas. Algumas pessoas te ouvem dizer isso e dizem: “Você não sente falta?”. E minha resposta é “Não é que eu sinta falta. Eu tenho 64 anos, tenho tocado música por tantos anos…” “Mas gostaria de fazer de novo?” “Claro.”
 
G1 - E você tem outros projetos?
Phil Collins - Obviamente há esses relançamentos, até o final do ano que vem. Mas no geral, devo dizer que a situação está melhor do que nunca para eu fazer possíveis coisas novas. Estou sentindo mais vontade de ir ao estúdio e escrever algumas músicas, tentar tocar bateria de novo, me sentindo melhor para talvez fazer alguns shows. Então está tudo bem. Se os fãs se interessarem, estou pensando em sair das sombras.
 
G1 - Você tem interesse em novos artistas?
Phil Collins - Não. Eu conheço alguns por acaso. Como o que falei de OneRepublic e Two Door Cinema Club.  Mas eu não ouço rádio, quase nunca vou a shows. Eu fui até ver o OneRepublic na Suíça, quando estava lá com meus garotos. Eles foram muito legais, fizeram um bom show, ótimas canções. E agora eu posso me chamar de fã. Mas eu estou muito ocupado fazendo outras coisas. Eu tenho uma grande coleção do iTunes, muitas coisas que eu nem ouvi, apenas baixei. Tenho muita coisa para me atualizar. Havia um período em que eu nem queria saber. Agora estou mais interessado.
 
G1 - E fazer algo com o Genesis?
Phil Collins - Sabia que você ia perguntar isso. Eu não sei. Não conversamos sobre isso. Sei que Tony [Banks] e Mike [Rutherford] ficariam felizes em fazer outro disco do Genesis. Isso é possível. Não diria provável, mas possível. Em relação ao Genesis com Peter Gabriel, também. Depende. Se eu puder tocar bateria de novo, é possível.

G1 - E se voltar a fazer shows mesmo, pensa em vir ao Brasil? Conhece algo da música daqui?
Phil Collins - Seria lindo. Como eu nunca toquei solo no Brasil, seria fantástico. Quando eu fui aí nos anos 70 com o Genesis, eu comprei muitos discos do Milton Nascimento. Eu lembro de uma música (cantarola “Native dancer”, parceria de Milton com Wayne Shorter). Mas não conheço nada brasileiro deste século, só coisas velhas (risos).
 
 

Fonte: G1 
Notícia Postada em 27/09/2015
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